Os vírus Mpox e Vírus Nipah despertam preocupação internacional em 2026. Enquanto a Mpox chama atenção pela facilidade de transmissão entre pessoas, o Nipah preocupa pela elevada taxa de mortalidade registrada em surtos na Ásia.
Além disso, especialistas acompanham os dois vírus com atenção constante. Ao mesmo tempo, autoridades de saúde reforçam estratégias de vigilância para evitar novos surtos. Dessa forma, pesquisadores tentam reduzir riscos e antecipar possíveis crises sanitárias.
Avanço da Mpox pelo mundo
A Mpox provoca uma infecção viral que causa febre, dores no corpo e lesões na pele. Em geral, o contágio acontece por contato direto com feridas, secreções corporais ou objetos contaminados.
Desde 2022, a doença se espalhou para diferentes regiões fora da África. Por isso, especialistas passaram a monitorar com mais intensidade os casos registrados em vários países. Além disso, a circulação internacional de pessoas facilita a disseminação do vírus.
Mesmo assim, a maioria dos pacientes se recupera. Ainda assim, pessoas com imunidade baixa enfrentam maior risco de complicações. Portanto, médicos recomendam atenção aos sintomas e busca rápida por atendimento.
Nipah preocupa pela alta mortalidade
Por outro lado, o vírus Nipah apresenta características diferentes. Embora ele circule em áreas mais restritas, a infecção provoca quadros graves com frequência.
O vírus vive principalmente em morcegos frugívoros e pode chegar aos seres humanos por meio de alimentos contaminados ou contato com secreções infectadas. Além disso, o contágio entre pessoas pode ocorrer em algumas situações.
Em surtos recentes na Ásia, a taxa de mortalidade chegou a níveis muito elevados. Por causa disso, pesquisadores classificam o Nipah como uma ameaça potencialmente grave.
Riscos exigem vigilância constante
Além da gravidade das doenças, especialistas analisam a capacidade dos sistemas de saúde em responder rapidamente. Enquanto a Mpox desafia o controle sanitário por causa da transmissão mais ampla, o Nipah exige atenção por causa do risco de mortes.
Ao mesmo tempo, fatores como urbanização acelerada e aumento das viagens internacionais ampliam as possibilidades de propagação. Por isso, governos mantêm sistemas de monitoramento ativos.
Assim, especialistas defendem ações rápidas e vigilância permanente. Dessa maneira, autoridades podem reduzir os impactos e evitar crises sanitárias de maior dimensão.
Fonte: Redação
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