Jejum intermitente: os prós e contras do método 

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O jejum intermitente alterna períodos com alimentação e períodos sem ingestão de calorias. Dessa forma, o organismo passa a utilizar as reservas de gordura como fonte de energia. Além disso, o método não determina quais alimentos a pessoa deve consumir, mas sim define os horários em que ela deve se alimentar. Com isso, o controle alimentar se torna mais organizado e estratégico.

POSSÍVEIS BENEFÍCIOS

Segundo a nutricionista Kenya Farnum, o jejum intermitente pode trazer vantagens que vão além da perda de peso. Entre os principais benefícios, o método melhora a sensibilidade à insulina, além de auxiliar no controle do diabetes tipo 2 e do pré-diabetes. Ao mesmo tempo, ele estimula a queima de gordura, o que contribui para a redução de medidas corporais.

Durante esse período, o corpo também ativa a autofagia, ou seja, um processo no qual realiza uma espécie de limpeza celular. Nesse sentido, esse mecanismo contribui para a saúde das células desde que a pessoa adote o método com indicação adequada. Assim, os efeitos positivos se tornam mais evidentes.

CONTRAS E RISCOS

Apesar disso, o jejum intermitente não atende todos os perfis. Por outro lado, quando a pessoa pratica o método sem acompanhamento profissional, surgem riscos à saúde. Dessa maneira, a adoção sem orientação pode trazer consequências indesejadas.

Gestantes, lactantes e crianças, bem como pessoas com histórico de transtornos alimentares, diabéticos sem acompanhamento médico e quem utiliza insulina ou determinados medicamentos devem evitar o método. Além disso, pessoas com rotina muito estressante ou ainda que não podem emagrecer também não devem aderir à prática.

IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO

Por esse motivo, a nutricionista reforça que o jejum exige orientação profissional. Caso contrário, o método pode provocar diversos prejuízos à saúde. Consequentemente, o acompanhamento se torna indispensável.

Entre os principais efeitos negativos, destacam-se:

  • Hipoglicemia
  • Fraqueza
  • Tontura e dor de cabeça
  • Aumento excessivo da fome
  • Episódios de compulsão alimentar
  • Perda de massa muscular

Portanto, antes de iniciar o jejum intermitente, é fundamental procurar avaliação nutricional para que, assim, seja possível verificar se o método realmente se encaixa no perfil de cada pessoa.

Fonte: Redação

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