Pesquisa aponta que o mundo pode acabar em 2026; veja a data

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A ideia de que o mundo pode acabar em 2026 voltou a circular nas redes sociais. Dessa forma, a previsão voltou a gerar curiosidade e também preocupação. Entretanto, o alerta não surge de profecias religiosas. Pelo contrário, ele tem origem em um estudo científico da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

Estudo matemático reacende debate sobre colapso global

Primeiramente, pesquisadores analisaram dados populacionais e criaram modelos matemáticos para prever o comportamento da sociedade. Além disso, eles avaliaram o crescimento da população ao longo de décadas. Como resultado, o grupo identificou um ponto crítico que poderia gerar um colapso social em escala global.

Crescimento populacional entra no centro da previsão

Em seguida, os cientistas observaram que os avanços da medicina ampliaram a expectativa de vida. Consequentemente, a população passou a crescer em ritmo acelerado. Ao mesmo tempo, a produção de alimentos não acompanhou esse aumento. Por esse motivo, os pesquisadores apontaram a superpopulação como principal risco.

Data simbólica do “fim do mundo”

Diante disso, o estudo indicou o dia 13 de novembro de 2026 como marco simbólico do colapso. Diferentemente de teorias comuns, a previsão não envolveu guerras, asteroides ou supervulcões. Em vez disso, o modelo destacou o esgotamento dos recursos naturais.

Mundo atual reforça preocupação ambiental

Atualmente, o planeta ultrapassa a marca de oito bilhões de habitantes. Portanto, o tema voltou ao centro dos debates globais. Além disso, discussões sobre sustentabilidade ganharam ainda mais espaço. Por outro lado, relatos sobre bilionários que investem em estruturas de proteção também passaram a circular.

Ciência relativiza previsão antiga

Por fim, especialistas atuais revisaram os dados e apresentaram novos cenários. Assim, eles destacaram os avanços da tecnologia, da engenharia de alimentos e da gestão de recursos. Dessa maneira, a maioria considera a previsão ultrapassada. Ainda assim, o estudo continua servindo como alerta para o futuro da humanidade.

Fonte: Redação

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