Goiás: mulher morre após ter o corpo queimado na frente da filha

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Uma mulher morreu depois que o ex-companheiro ateou fogo no corpo dela, no município de Campos Belos, em Goiás. O crime aconteceu na quinta-feira (11/2) e, além da extrema violência, teve um agravante ainda mais chocante: a filha da vítima, de apenas 6 anos, presenciou toda a ação, conforme relataram familiares.

Logo após o ataque, equipes de socorro levaram Mariana Melo Soares de Oliveira para a unidade de saúde da cidade. Contudo, como as queimaduras atingiram grande parte do corpo, os médicos decidiram transferi-la para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. Apesar dos esforços intensivos da equipe médica, ela não resistiu aos ferimentos e morreu na segunda-feira (16/2).

Crime dentro de casa

De acordo com a Polícia Militar de Goiás, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento. Por isso, ele invadiu a casa da ex-companheira e, em seguida, jogou álcool sobre o corpo dela e ateou fogo.

Pouco depois, um familiar entrou na residência e encontrou Mariana em chamas, ao lado da filha. Felizmente, a criança não sofreu ferimentos físicos; ainda assim, presenciou a cena de violência dentro do próprio lar.

Na sequência, socorristas encaminharam Mariana para a Unidade de Pronto Atendimento de Campos Belos e, diante da gravidade do quadro clínico, providenciaram a transferência para a capital.

Prisão em flagrante

Logo após o crime, policiais iniciaram buscas pela região. Cerca de duas horas depois, equipes localizaram o suspeito dentro de um carro. Em seguida, os agentes efetuaram a prisão em flagrante. Desde então, ele permanece à disposição da Justiça.

Comoção e pedidos de justiça

Assim que a notícia da morte se espalhou, amigos e familiares usaram as redes sociais para lamentar a perda e cobrar justiça. Em uma das homenagens, pessoas próximas classificaram o crime como cruel e destacaram que os filhos perderam uma mãe jovem.

Diante das circunstâncias, as autoridades enquadraram o caso como feminicídio, já que o agressor cometeu o crime em contexto de violência doméstica e motivação ligada à condição de gênero da vítima.

Fonte: Redação

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