O Governo de Goiás abriu inscrições para 10.182 vagas do Programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social em 37 municípios goianos. A iniciativa, coordenada pela Agência Goiana de Habitação (Agehab) e pelo Goiás Social, garante auxílio mensal de R$ 350 por até 18 meses. Dessa forma, famílias sem moradia própria e com renda de até meio salário mínimo por pessoa podem receber o benefício.
Primeiro edital já recebe inscrições
Inicialmente, o primeiro edital disponibiliza 5.982 vagas em 21 municípios. As inscrições começaram nesta terça-feira (3/2) e seguem até 3 de março. Nesse contexto, podem participar moradores de Alvorada do Norte, Bela Vista de Goiás, Bonfinópolis, Caçu, Ceres, Goianésia, Goianira, Goiatuba, Itaberaí, Itumbiara, Luziânia, Mambaí, Mara Rosa, Paraúna, Piranhas, Porangatu, Porteirão, Rialma, Rio Verde, São Luís de Montes Belos e Uruana.
Segundo edital amplia o atendimento
Na sequência, o segundo edital contempla 2.800 vagas em 15 municípios. O período de inscrição, portanto, vai de 13 de fevereiro a 13 de março. Assim, moradores de Abadiânia, Americano do Brasil, Campo Limpo de Goiás, Cidade Ocidental, Formoso, Iporá, Monte Alegre de Goiás, Mundo Novo, Nova Roma, Padre Bernardo, Pires do Rio, Pontalina, Quirinópolis, São Domingos e Serranópolis podem se cadastrar.
Trindade terá edital exclusivo
Enquanto isso, Trindade contará com edital próprio, com oferta de 1.400 vagas. Nesse caso, as inscrições começam em 24 de fevereiro e seguem até 24 de março. Em todas as etapas, os interessados devem se inscrever pelo site goias.gov.br/agehab/aluguelsocial ou pelo aplicativo Aluguel Social.
Programa fortalece a dignidade das famílias
Segundo a coordenadora do Goiás Social e primeira-dama do Estado, Gracinha Caiado, o programa tem papel essencial na proteção social. De acordo com ela, o Aluguel Social assegura dignidade e estabilidade às famílias em vulnerabilidade enquanto a moradia definitiva não se concretiza.
Critérios priorizam quem mais precisa
Conforme explica o presidente da Agehab, Alexandre Baldy, os candidatos precisam ter o Cadastro Único atualizado, residir no município há pelo menos três anos e não possuir imóvel próprio. Além disso, a renda familiar deve ser de até meio salário mínimo por pessoa.
Ainda assim, o interessado deve atender a pelo menos um critério específico. Entre eles estão superendividamento, moradia improvisada, gasto elevado com aluguel, condição de idoso, pessoa com deficiência ou família chefiada por apenas um dos pais.
Atendimento presencial está disponível
Por fim, Baldy destaca que pessoas sem acesso à internet podem buscar atendimento presencial. Para isso, o Governo de Goiás oferece suporte nas unidades do Vapt-Vupt e em pontos de apoio das prefeituras dos municípios contemplados.
Fonte: Redação
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