Conheça as 10 piores cidades para se viver em Goiás

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O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2025 revelou um panorama preocupante para alguns municípios de Goiás. O levantamento avalia a qualidade de vida da população com base em critérios sociais e ambientais, indo além de indicadores econômicos tradicionais, como o PIB. Dessa forma, o estudo evidencia desigualdades e aponta onde estão os principais desafios no estado.

Além disso, o ranking considera fatores como acesso à saúde, educação, segurança, moradia e oportunidades, permitindo uma análise mais ampla do bem-estar da população. Com isso, algumas cidades de Goiás aparecem entre as piores colocações do estado.

O que é o Índice de Progresso Social

O IPS é um indicador internacional adaptado para o Brasil que mede, principalmente, a capacidade de uma região em atender às necessidades básicas da população, garantir fundamentos de bem-estar e criar oportunidades para que as pessoas possam melhorar de vida.

Nesse sentido, o índice se divide em três grandes dimensões:

  • Necessidades Humanas Básicas (como segurança, moradia e saneamento)
  • Fundamentos do Bem-estar (acesso à educação e saúde)
  • Oportunidades (direitos individuais, inclusão social e acesso ao ensino superior)

Portanto, o IPS não mede riqueza, mas sim a qualidade de vida real das pessoas.

Ranking aponta cidades com maiores dificuldades

De acordo com o levantamento de 2025, dez cidades goianas aparecem entre as piores avaliadas no estado. Em geral, esses municípios enfrentam desafios estruturais, como acesso limitado a serviços essenciais, baixa oferta de emprego e dificuldades na área da educação.

Confira o ranking:

  1. Monte Alegre de Goiás
  2. Baliza
  3. Bonópolis
  4. Mundo Novo
  5. Turvânia
  6. São Miguel do Passa Quatro
  7. Gouvelândia
  8. Santo Antônio da Barra
  9. Nova Crixás
  10. Campos Verdes

Além disso, muitos desses municípios possuem população pequena e localização mais isolada, o que, consequentemente, dificulta investimentos e acesso a políticas públicas mais robustas.

Principais problemas identificados

Entre os fatores que mais impactam negativamente essas cidades, destacam-se, sobretudo, a baixa cobertura de saneamento básico, dificuldades no acesso à saúde e limitações na oferta de ensino de qualidade.

Por outro lado, questões como renda, emprego e mobilidade social também influenciam diretamente na pontuação. Assim, regiões com menos oportunidades acabam apresentando índices mais baixos no ranking.

Além disso, a falta de infraestrutura urbana adequada contribui para ampliar desigualdades, dificultando o desenvolvimento local.

Desafios e caminhos para melhorar os indicadores

Apesar do cenário desafiador, especialistas apontam que os dados do IPS podem servir como ferramenta estratégica para gestores públicos. Isso porque o índice ajuda a identificar prioridades e direcionar investimentos de forma mais eficiente.

Nesse contexto, políticas voltadas para educação, saúde básica e geração de emprego tendem a gerar impacto direto na melhoria dos indicadores. Ao mesmo tempo, investimentos em saneamento e infraestrutura também aparecem como fundamentais.

Por fim, o levantamento reforça que o desenvolvimento não depende apenas de crescimento econômico. Ou seja, melhorar a qualidade de vida da população exige ações integradas que considerem aspectos sociais, ambientais e de inclusão.

Fonte: Redação

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