O acidente com o Acidente radiológico com Césio-137 em Goiânia voltou ao centro das atenções após o lançamento da minissérie Emergência Radioativa, disponível na Netflix desde quarta-feira (18/3). A produção, portanto, reconstitui a tragédia que mobilizou cientistas, médicos e autoridades em uma corrida contra o tempo.

Como começou o acidente
Considerado o maior acidente radiológico da história do Brasil, o episódio teve início quando um aparelho de radioterapia abandonado saiu de uma clínica desativada. Em seguida, o equipamento foi levado para um ferro-velho. Dentro dele, havia uma cápsula com Césio-137, material altamente radioativo utilizado em tratamentos médicos.

A contaminação se espalha
Ao abrir o dispositivo, moradores encontraram um pó azul brilhante. Por curiosidade, muitas pessoas manusearam o material. Além disso, elas compartilharam a substância com familiares e conhecidos. Como resultado, a contaminação se espalhou por diferentes pontos de Goiânia.

Corrida contra o tempo
Logo depois, a crise mobilizou uma grande operação de emergência. Mais de 100 mil pessoas passaram por exames para verificar exposição à radiação. Enquanto isso, equipes especializadas atuaram para localizar focos de contaminação e isolar as áreas afetadas.

Um marco que ainda gera impacto
Quase quatro décadas depois, o caso ainda marca a história da saúde pública e da segurança nuclear no Brasil. Dessa forma, as imagens registradas na época ajudam a dimensionar o impacto da tragédia, que transformou a vida de moradores e deixou consequências duradouras na cidade.
Fonte: Redação
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