10 livros envolventes para ler e descobrir em fevereiro

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Fevereiro, por sua vez, costuma seguir um ritmo próprio. Entre o Carnaval, os dias fora da rotina e, sobretudo, os intervalos que surgem ao longo do mês, a leitura, consequentemente, encontra espaço. Seja no descanso pós-bloco, durante viagens ou, ainda, nos momentos de silêncio longe da folia, os livros acabam ganhando protagonismo.

Diante disso, para facilitar a escolha de boas leituras, o Metrópoles, portanto, reuniu uma seleção variada. A lista, além disso, percorre gêneros como romance, drama, fantasia, suspense e não ficção. Assim, os títulos funcionam tanto para leituras rápidas quanto, por outro lado, para quem prefere mergulhos mais longos e aprofundados.

Romance e relações intensas

Em primeiro lugar, Rivalidade Ardente, de Rachel Reid (Ed. Alt), chega ao Brasil em fevereiro e, nesse sentido, aposta no romance esportivo LGBTQIAPN+. Além disso, a obra acompanha a rivalidade — dentro e fora do gelo — entre Shane Hollander, capitão do Montreal Voyageurs, e Ilya Rozanov, líder do Boston Bears. Com o tempo, no entanto, a competição no hóquei dá lugar a uma atração intensa e inevitável.

Mistério com olhar sensível

Em seguida, O Supercatastrófico Passeio ao Zoológico, de Joël Dicker (Ed. Intrínseca), apresenta um grupo de crianças atípicas que, após a interdição suspeita de sua escola, acaba envolvido em uma investigação. Dessa forma, a narrativa mistura mistério e sensibilidade. Além disso, ao longo da trama, o autor constrói uma crítica social ao acompanhar a tentativa dos alunos de compreender o que realmente aconteceu.

Vozes femininas e denúncia social

Na sequência, Invisíveis Marias, de Rejane Suxberger (Caravana Editorial), reúne contos que, sobretudo, dão voz a mulheres que buscaram apoio na Justiça após sofrerem violência doméstica. Ao mesmo tempo, a obra entrelaça realidade e ficção. Assim, revela dores silenciadas e histórias marcadas por relações que, em vez de cuidado, se transformaram em sofrimento.

Arte como reconstrução

Por outro lado, ambientado no pós-Segunda Guerra Mundial, O Castelo de Vidro, de Stephen P. Kiernan (Ed. Rocco), aborda o poder redentor da arte em uma França devastada pelo conflito. Além disso, inspirado na trajetória de Marc Chagall, o livro acompanha um artista judeu que, diante da destruição, encontra sentido ao restaurar vitrais de catedrais bombardeadas.

Clássicos reinventados

Enquanto isso, em Holmes e Moriarty, Gareth Rubin (Ed. Globo Livros) propõe uma abordagem inédita do embate entre Sherlock Holmes e seu maior inimigo. Inicialmente, a trama se desenvolve a partir de um contrato estranho. Contudo, à medida que a investigação avança, surgem assassinatos, cartas anônimas e rituais secretos. Dessa maneira, a narrativa alternada entre o dr. Watson e Sebastian Moran amplia o suspense.

Fantasia e pertencimento

Logo depois, Heartsong: O Bando, de TJ Klune (Ed. Morro Branco), dá continuidade à série Green Creek. Nesse contexto, a história acompanha Robbie Fontaine, um lobo em busca de pertencimento. Entretanto, após enfrentar perdas e deslocamentos constantes, o personagem passa a questionar tudo o que sabe sobre família, lealdade e identidade.

Luto, memória e encontros inesperados

Além disso, em Pitangas Verdes, Mariana Lobato (Ed. Labrador) retrata cinco dias na vida de Ana, que retorna ao Brasil para lidar com a morte da mãe durante a pandemia. Ao longo do processo, contudo, os planos da protagonista se frustram. Ainda assim, em meio ao luto e às tensões, ela encontra apoio em um encontro inesperado, que transforma sua trajetória.

História e cultura brasileira

Por sua vez, A Casa da Ópera de Manoel Luiz, de Celso Tádhei (Ed. Mondru), resgata a memória do segundo teatro em atividade no Brasil. Além de reconstruir o cenário cultural do século XVIII, o autor utiliza humor e agilidade narrativa. Dessa forma, o livro conecta o passado a dilemas artísticos que permanecem atuais.

Direitos humanos e cuidado

Do mesmo modo, Nas Esquinas do Cuidado, de Julia Bueno (Ed. Telha), investiga relatos de pessoas trans e travestis sobre redução de danos, saúde e transfobia. Assim, a obra amplia o debate ao apresentar o cuidado não apenas como política de saúde, mas também como estratégia de sobrevivência diante da vulnerabilidade social.

Periferia e memória coletiva

Por fim, Samba de Sétimo Dia, de Anderson Estevan (Ria Livraria), reúne contos inspirados na periferia de São Paulo nos anos 1990. Ao longo das histórias, surgem trabalhadores, jovens e personagens atravessados pela espiritualidade e pela violência urbana. Dessa maneira, o autor reconstrói a paisagem de quem vive à margem, mas, ainda assim, resiste.

Fonte: Redação

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