Mulher mata marido após briga por wi-fi e acaba presa

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A Polícia Civil do Paraná prendeu Jaqueline Francisca dos Santos Schumann, de 32 anos, suspeita de matar o marido, Valdir Schumann, de 44, com um tiro de espingarda após briga por wi-fi na zona rural de Cafelândia.

Segundo a investigação, o crime ocorreu após um desentendimento dentro da residência.

Contradições enfraquecem versão inicial

Inicialmente, a suspeita alegou que o companheiro teria disparado contra si mesmo durante a limpeza da arma. No entanto, a perícia descartou essa versão após identificar inconsistências.

De acordo com o laudo, a dinâmica do disparo não condiz com a narrativa apresentada. Isso porque Valdir era destro, mas o tiro atingiu o braço esquerdo.

Além disso, os peritos não encontraram sinais de disparo à curta distância. Diante disso, os investigadores também identificaram indícios de alteração na cena do crime, o que reforça a suspeita de tentativa de simulação.

Filho aponta mãe como autora

Outro ponto decisivo na apuração envolve o depoimento do filho do casal, de 13 anos.

O adolescente afirmou ao Conselho Tutelar que a mãe realizou o disparo. Para preservar o menor, a polícia adotou medidas específicas durante a investigação e evitou sua exposição.

Briga por wi-fi motivou crime

De acordo com o delegado responsável pelo caso, a motivação teria sido um desentendimento considerado banal.

Conforme a apuração, a mulher pediu ao marido que resolvesse um problema no wi-fi da casa. Diante da recusa, ela pegou a arma e atirou.

Em seguida, ainda tentou efetuar um segundo disparo, mas a espingarda falhou.

Defesa contesta investigação

Por outro lado, a defesa da suspeita contesta a versão apresentada pela polícia. Os advogados afirmam que existem elementos que contradizem a investigação e classificam a prisão como precipitada.

Além disso, destacam que Jaqueline não possui antecedentes criminais, tem residência fixa e colaborou com as autoridades.

Atualmente, ela permanece presa preventivamente e deve responder por homicídio qualificado por motivo fútil. Enquanto isso, o caso segue em apuração na Justiça.

Fonte: Redação

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