Durante as investigações sobre o desaparecimento de Eliza Samudio, uma carta manuscrita voltou a circular e reacendeu debates. O documento, atribuído a um detento, apresenta uma versão alternativa sobre o destino da modelo após o rompimento com o goleiro Bruno Fernandes.
Segundo o texto, Eliza teria deixado o Brasil com documentos falsos. Primeiro, ela teria seguido para um país vizinho. Em seguida, teria viajado para a Europa, onde passaria a viver sob nova identidade.
Carta cita saída do país com documentos falsos
De acordo com o remetente, ele teria participado do processo de obtenção dos documentos. Além disso, o autor relata detalhes sobre a suposta movimentação da modelo fora do Brasil. No entanto, essa versão entra em conflito com as investigações oficiais.
Apesar da repercussão, as autoridades nunca confirmaram a narrativa apresentada na carta.

Trecho menciona nome falso usado por Eliza
Na carta, o autor afirma que Eliza teria utilizado documentos emitidos em nome de “Dídia Lima Guimarães”. Entre eles, estariam certidão de nascimento e passaporte.
“[…] a trouxe, onde a mesma obteve documentos falsos […] em nome de Dídia Lima Guimarães […]”, diz um dos trechos do manuscrito.
Defesa analisou documento e MP descartou versão
Na época, a defesa de Bruno informou que analisaria o conteúdo. Entretanto, também demonstrou cautela sobre a veracidade das informações. O Ministério Público, por sua vez, descartou a narrativa e classificou o conteúdo como inconsistente.
Além disso, o MP destacou que relatos semelhantes já surgiram ao longo do processo. Contudo, nenhum deles apresentou provas concretas.
Versão nunca recebeu confirmação oficial
Até hoje, não existe confirmação de que Eliza tenha deixado o país ou esteja viva. Por esse motivo, a carta segue como um elemento periférico no caso. Ainda assim, o documento continua a gerar repercussão por levantar dúvidas sobre um dos crimes mais emblemáticos do país.
Fonte: Redação
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