Um adolescente de 13 anos foi apreendido em flagrante suspeito de envolvimento na morte de uma criança de 1 ano e 3 meses, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Além disso, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro trata o caso como ato infracional análogo aos crimes de estupro de vulnerável e homicídio qualificado por asfixia. Assim, os investigadores avançaram rapidamente com a apuração dos fatos.
Atendimento médico levantou suspeitas
Inicialmente, familiares levaram a criança até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Inoã. No entanto, a vítima chegou ao local sem sinais vitais. Em seguida, profissionais da unidade acionaram a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, pois perceberam indícios de agressões físicas.
Além disso, os profissionais encontraram vestígios de sangue na fralda. Ao mesmo tempo, a equipe identificou sinais que indicavam possível violência sexual. Por isso, as autoridades intensificaram a investigação desde os primeiros momentos.
Investigação e perícia
O crime ocorreu em um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida. Logo depois, equipes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí foram até o local e realizaram a perícia.
Além disso, os agentes recolheram objetos que podem ajudar na investigação. Posteriormente, os especialistas vão analisar esses materiais, inclusive com exames genéticos. Dessa forma, a polícia busca esclarecer todos os detalhes do caso.
Durante as diligências, os policiais ouviram testemunhas e reuniram relatos sobre comportamentos agressivos atribuídos ao adolescente. Em seguida, os investigadores confrontaram o menor com as informações coletadas. Então, o adolescente confessou o ato, conforme informou a Polícia Civil.
Adolescente permanece apreendido
Depois disso, a autoridade policial registrou o Auto de Apreensão por Ato Infracional e solicitou a internação provisória do adolescente, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Atualmente, o menor permanece sob custódia. Enquanto isso, o Ministério Público e a Justiça acompanham o caso. Além disso, as autoridades continuam a investigação para esclarecer completamente o crime.
Fonte: Redação
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