Em 2026, muitos compradores ainda se deixam levar pelo visual moderno e pelo preço atrativo na hora de escolher os carros. No entanto, segundo relatos frequentes de mecânicos, alguns modelos acumulam histórico de problemas que podem pesar no bolso e na paciência dos proprietários.
Entre os carros mais citados estão o Caoa Chery Tiggo 3X, o Peugeot 206, o Citroën C3, a Volkswagen Amarok e o Renault Kwid. Embora atraiam pela estética e pelas promessas de economia ou desempenho, esses veículos costumam gerar queixas recorrentes nas oficinas.
Problemas de manutenção e peças
No caso do Caoa Chery Tiggo 3X, profissionais apontam dificuldade na reposição de peças e na oferta de mão de obra especializada. Como resultado, reparos simples podem se tornar demorados e caros.
Já o Peugeot 206, apesar do design que conquistou muitos motoristas, apresenta histórico de falhas na suspensão e em componentes elétricos. Por isso, visitas frequentes à oficina acabam sendo comuns.
Desempenho abaixo das expectativas
O Citroën C3, por sua vez, recebe críticas relacionadas ao conjunto mecânico, especialmente no que diz respeito ao desempenho do motor e ao câmbio em determinadas versões. Assim, quem busca agilidade e resposta rápida pode se frustrar.
A Volkswagen Amarok, conhecida pela robustez e pelo porte imponente, também aparece na lista. Embora seja forte no visual, há relatos de problemas mecânicos e custos elevados de manutenção, o que pesa principalmente para quem depende da picape no trabalho.
De forma semelhante, o Renault Kwid chama atenção pelo consumo reduzido e pelo preço competitivo. Entretanto, mecânicos relatam fragilidade estrutural e ocorrências mecânicas mesmo com baixa quilometragem.
Atenção antes de fechar negócio
Diante desse cenário, especialistas recomendam cautela. Antes de comprar, vale pesquisar o histórico do modelo, conversar com proprietários e verificar o custo médio das peças e revisões. Dessa maneira, o consumidor reduz o risco de transformar o sonho do carro próprio em uma sequência de despesas inesperadas.
No fim das contas, a escolha consciente continua sendo a melhor forma de evitar que o veículo passe mais tempo na oficina do que na garagem.
Fonte: Redação
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