A CAOA iniciou, nesta quinta-feira (26), a produção de veículos da Changan Automobile no Brasil. A operação acontece em Anápolis e marca uma nova fase da indústria automotiva no estado.
Além disso, o SUV Uni-T se tornou o primeiro modelo a sair da linha de montagem. A cerimônia contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de executivos e autoridades locais. Dessa forma, o evento reforçou a importância do investimento para a economia regional.

Investimento fortalece polo industrial em Goiás
A produção resulta de uma parceria anunciada anteriormente entre as empresas. Ao mesmo tempo, o projeto prevê investimento de R$ 5 bilhões na modernização da fábrica.
Além disso, a iniciativa inclui a nacionalização gradual de componentes. Também contempla o desenvolvimento de tecnologias híbridas e elétricas. Assim, Goiás amplia sua relevância no setor automotivo nacional.

SUV aposta em tecnologia e inovação
O Changan Uni-T chega ao mercado com foco em tecnologia e design. O modelo possui 4,51 metros de comprimento e 2,71 metros de entre-eixos. Além disso, o porta-malas tem capacidade para 425 litros.
Entre os diferenciais, o SUV conta com sistema de filtragem de ar PM2.5. Segundo a montadora, o equipamento retém mais de 95% das partículas. Além disso, o veículo oferece iluminação ambiente em LED e sistema de aromaterapia.

Desempenho e segurança
O modelo utiliza motor 1.5 turbo flex, com 180 cavalos de potência. O torque chega a 30,5 kgfm. Em seguida, a transmissão automatizada de dupla embreagem garante melhor desempenho.
De acordo com a fabricante, o veículo acelera de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. Além disso, o pacote de segurança inclui frenagem automática, controle adaptativo e assistente de permanência em faixa.
Mercado e geração de empregos
A CAOA oferece garantia de sete anos ou 150 mil quilômetros. Dessa forma, a empresa busca atrair consumidores e ganhar espaço no mercado brasileiro.
Além disso, a fábrica já se prepara para novos lançamentos. Entre eles, está o SUV CS75 Plus, previsto para o segundo semestre.
Por fim, a operação deve gerar cerca de 2 mil empregos diretos. Com isso, Anápolis se consolida como um dos principais polos automotivos do país.
Fonte: Redação
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